Advocacia Capixaba

OAB-ES e TJES discutem a implementação do balcão virtual em todo o estado




Representantes da OAB-ES foram recebidos pelo desembargador do TJES, Pedro Valls Feu Rosa na tarde de sexta-feira (7/07) em seu gabinete. Na pauta, a implementação do Balcão Virtual em todo o estado.

A ferramenta denominada “Balcão Virtual” está em fase de implementação pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo.A finalidade é possibilitar o contato direto de partes ou advogados por meio de videoconferência.

Estiveram presentes, o diretor de Comissões da OAB-ES, Marcus Felipe Botelho; o presidente da Comissão de Tecnologia da Informação, Leandro Batista; o presidente da Comissão de Organização Judiciária, Ikaro Sipolatti e o advogado Daniel Mendes. Também participou a assessora do desembaçador, Luciana Mattos Loureiro.

Na reunião, foi discutido realizar um cronograma de implantação na capital e demais comarcas do Estado.

O projeto piloto já é realidade no 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Colatina.

O desembargador Pedro Valls Feu Rosa foi enfático em garantir a celeridade na implantação do Balcão Virtual, que deve beneficiar toda a advocacia do Estado.

O diretor de Comissões, Marcus Felipe Botelho, agradeceu ao desembargador Pedro Vals Feu Rosa, em receber a Ordem.

"Obrigado por nos receber. Sabemos que o senhor é amigo da Ordem e sempre nos apoia no desenvolvimento dos trabalhos da advocacia. Nossa casa está de portas abertas e nossas Comissões realizam um trabalho voluntário e estão à disposição para contribuir com seu trabalho", ressaltou.

“O balcão Virtual converge com o processo judicial eletrônico incluindo a advocacia capixaba em um projeto de judiciário mais digital e eficiente”, informou o presidente da Comissão de TI, Leandro Batista


"Minha palavra é de agradecimento à OAB-ES e ao TJES que viabilizaram a implementação do Balcão Virtual, que ajudará toda advocacia e os jurisdicionados. Ressalto a irreversibilidade da implementação de mecanismos de facilitação das comunicações dos atores processuais, rapidez nas soluções de atos processuais e diminuição de deslocamentos pelas cidades e aglomeração no interior das unidades judiciárias, acarretando na melhor efetividade do princípio constitucional de amplo acesso à Justiça", ressaltou o presidente da Comissão de Organização Judiciária, Ikaro Sipolatti.

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