Homero Mafra destaca importância das Subseções em Colégio de Presidentes de SP

Homero Mafra participou do Colégio de Presidentes de São Paulo. Foto: Divulgação.
Homero Mafra participou do Colégio de Presidentes de São Paulo. Foto: Divulgação.

Coordenador do Colégio de Presidentes de Seccionais do Conselho Federal e presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), Homero Mafra participou do 38º Colégio de Presidentes de Subseções de São Paulo, que fez aconteceu durante a XXIII Conferência Nacional da Advocacia, e destacou o importante trabalho das Subseções no enfrentamento das arbitrariedades e da falta de estrutura na Justiça de primeira instância.

O presidente da OAB-ES se disse honrado em participar do Colégio e reforçou sua paixão pela advocacia. “Sou e estou advogado. Nós nos olhamos nos olhos e vemos liberdade e democracia. Deixo com vocês o abraço fraterno dos presidentes de Subseções do Espírito Santo a destacou a importância do trabalho que vocês desempenham. Vocês são a primeira linha na luta contra o autoritarismo do Judiciário e o completo abandono do primeiro grau. É preciso dizer não ao arbítrio”, declarou.

Homero Mafra ressaltou ainda o trabalho de resistência cívica promovido pela advocacia. “É necessário resistir civicamente aos arbítrios do Judiciário e ao constante estado policial”, reforçou.

Já o presidente do Conselho Federal da OAB, Claudio Lamachia, afirmou que os presidentes de Subseções são as grandes lideranças da advocacia paulista. “São 234 subseções em São Paulo. Quero deixar meu agradecimento pela oportunidade de realizar a Conferência aqui. Estamos fazendo o maior evento jurídico do mundo e temos a obrigação de ressaltar a falta de juízes e servidores em diversas Comarcas do Brasil. Vivemos o caos instituído no Judiciário em um país com 18 mil juízes ao todo, e cinco mil deles cedidos, ou seja, fora de suas comarcas de origem”, ressaltou.

Marcos da Costa, presidente da OAB-SP, se disse honrado por sediar um encontro que pode contribuir para o avanço da democracia no país. “Foi em uma Conferência da Advocacia que o Habeas Corpus voltou, que se formatou a Lei de Anistia e que se iniciou os debates para uma Constituinte exclusiva. Hoje convivemos com discursos de intolerância e temos a obrigação de nos apresentarmos como exemplo de democracia”, disse.  

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