Cine OAB reúne mais de 100 participantes e interage com alunos de direito

“A interação da sociedade é fundamental para que haja efetivação em sustentabilidade”. A argumentação é do engenheiro florestal Luiz Fernando Schettino, que ministrou a palestra no Cine OAB dessa quarta-feira (03). O profissional convidado pela Comissão de Ensino Jurídico, organizadora do projeto, fez uma análise sobre questões ambientais de preservação, fazendo um contraponto com o filme exposto “Saneamento Básico – O Filme”.

O evento reuniu mais de 100 participantes no auditório da OAB-ES entre alunos, advogados e professores universitários. Para dar início aos trabalhos compuseram a mesa a advogada, integrante da Comissão de Ensino Jurídico Marianne Rios, a  advogada e professora Letícia de Oliveira Ribeiro, professor José Balikian, o advogado e membro da Comissão de Direito de Família, Rubens Rangel.

 

 

Para o palestrante, é preciso eventos como esse para qualificar a participação das pessoas nos assuntos pertinentes ao meio ambiente. “A sociedade precisa entender melhor a realidade desse tema para saber aonde cobrar e como fazer isso, porque muitas vezes existe uma participação, mas nem sempre com a direção e conteúdo certos. Além disso, a OAB-ES também contribui muito para formação dos profissionais do direito, refletindo em ações mais adequadas e em bom senso nas decisões futuras dos operadores do direito”, frisou.

Ao comentar sobre a iniciativa de realizar esse Cine, a advogada Marianne Rios Martins, integrante da Comissão, afirmou que acredita que a questão ambiental não tem outro caminho a não ser pelo caminho do sentir, do sentimento de cuidado com o meio ambiente. “A nova geração consegue fazer isso melhor. Se percebermos hoje como vivemos a questão ambiental é muito diferente dos nossos pais e avós. Percebemos que hoje as crianças tem ações participativas e acabam nos educando muitas vezes”, ressaltou.

Marianne Rios Martins colaborou com parte da produção do livro “A Eficácia do Novo Código Florestal – Análise da Preservação Florestal em Imóveis Rurais no Espírito Santo”, escrito pelo palestrante e lançado durante o evento, e comentou que “na época da produção do livro, havia muita crítica em relação ao Código Florestal, mas ao seguir uma linha otimista,  percebemos ao final da pesquisa que resultado de uma lei mais equilibrada, tecnicamente falando, está sendo positivo para a preservação florestal.”

Para o participante Eduardo Plaza Viana, estudante do 1º período de direito, “a discussão agrega os conhecimentos sobre o tema e amplia a visão de uma forma geral e legal. Além disso, é uma oportunidade de ficarmos mais íntimos da Ordem.”

A estudante Amabili de Sousa Azevedo avaliou o evento como muito positivo. “É um momento mais descontraído e rompe a distância entre o aluno do direito e sua futura instituição.”

No final da discussão o palestrante sorteou três livros para os participantes.

 

 

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