20 anos CEAIC: Palestrantes compartilham experiências únicas

Luciano Ceotto falou sobre Direito Eleitoral. Foto: Divulgação.
Luciano Ceotto falou sobre Direito Eleitoral. Foto: Divulgação.

O II Curso de Iniciação à Advocacia, realizado pela Comissão Estadual da Advocacia em Início de Carreira (CEAIC) entre os dias 17 e 20 deste mês, proporciona uma experiência única aos jovens que comparecem à sede da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo – (OAB-ES), durante este período.

Profissionais como Fernando Madeira de Freitas, Conselheiro Seccional e com longa militância na advocacia trabalhista, fornecem um pouco da sua experiência para esses jovens. Uma oportunidade que o próprio Fernando conta que não teve quando iniciava seus passos como jurista.

“Trocar ideias, saber quais são as angústias e as expectativas é muito interessante. E a advocacia é basicamente clientela. É preciso ter clientes para advogar. Ela apenas se concretiza na parte judiciária. Mas é preciso ter um início, um atendimento, um trabalho no escritório para fazer contrato de honorários, conversar, entender as demandas e só depois, na prática judicial concretizar esse trabalho”, disse Fernando de Freitas.

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Com anos de atuação no Direito Eleitoral e presidente da Comissão de mesmo nome da Ordem, Luciano Ceotto conta que o momento do começo da advocacia é o mais difícil que um profissional pode enfrentar.

“É o momento de muita incerteza. As pessoas não sabem qual caminho seguir, trilhar. A melhor forma de aprender e fazendo, errando e acertando. Mas, na medida em que podemos compartilhar experiências, damos um norte para esse jovens seguirem seus próprios caminhos. Essa é a contribuição mínima que podemos dar para beneficiar a advocacia como um todo”, reforçou.

Presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB-ES, Aline Simonelli acredita que o principal é destacar as dificuldades para quem está começando. “Na minha área, por exemplo, o âmbito administrativo, principalmente no INSS quando falamos de regime geral, o advogado ainda é muito desrespeitado. Passar um pouco do conhecimento e das leis que resguardam um pouco dos direitos dos advogados pra eles é importante. Assim eles aprendem a se posicionar”, explicou.

 

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