Inclusão e Valorização

Prazo para contribuir com a pesquisa sobre advogados com deficiência termina domingo (23/05)



O prazo para contribuir com a pesquisa para identificar o número de advogados e advogadas capixabas com deficiência termina neste domingo (23/05). Clique aqui para acessar.

A iniciativa da OAB-ES, por meio da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência, cumpre a Resolução OAB/ES nº 12, de 03 de dezembro de 2021, que criou o “Plano de Valorização da Advogada e Advogado”. O objetivo da pesquisa é articular, planejar e zelar pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

Além de identificar advogados e advogadas nesta situação, a pesquisa pretende saber se algum membro da família também possui alguma deficiência. E busca, ainda, saber quais as barreiras enfrentadas por eles no exercício de sua profissão.

Com o questionário, a Comissão também lançará a Campanha de Valorização da Advogada e do Advogado/Pessoa com Deficiência visando fomentar o pleno exercício da advocacia.

“A efetivação do plano é uma conquista de toda classe e buscamos o diálogo com as instituições integrantes das funções essenciais à justiça, visando humanizar as estruturas judiciárias voltadas às pessoas com deficiência, observando a acessibilidade e garantindo o pleno exercício profissional às advogadas e aos advogados nesta situação. É muito importante essas informações. Convidamos a todos a fazerem parte deste projeto de transformação social, cultural e de inclusão”, disse o presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência, Paulo Finamore.

Para o presidente da OAB-ES, José Carlos Rizk Filho, a acessibilidade precisa entrar, definitivamente, nas políticas públicas e institucionais. “É um direito das pessoas com deficiência ter acesso a qualquer lugar nas cidades, nos estados e no país. Essa pesquisa da Ordem tem como objetivo elaborar uma espécie de Censo para que possamos conhecer a realidade de advogados e advogadas com algum tipo de deficiência, assim como de seus familiares. E a partir desse mapeamento, criar nossa política institucional”, ressalta José Rizk.
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