Ressocialização

OAB-ES visita penitenciária semiaberta e participa de evento ao lado de internos do projeto “Neshamá”

  • A Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES participa de Celebração de Páscoa na Penitenciária Semiaberta de Cariacica (PSC) juntamente com cerca de 80 internos que participam do projeto “Neshamá” (Fôlego), que, além da participação na cerimônia, cantaram com o grupo de músicos da Associação Alef Bet


Na tarde do último dia 17 de abril, dia em que se comemora a Páscoa, a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Espírito Santo (OAB-ES), Manoela Soares, visitou a Penitenciária Semiaberta de Cariacica (PSC), a convite do diretor Pablo Pereira de Souza, para assistir a uma Celebração de Páscoa, juntamente com cerca de 80 internos que participam do projeto “Neshamá” (Fôlego), que, além da participação na cerimônia, cantaram com o grupo de músicos da Associação Alef Bet.

A vivência cultural do núcleo da memória judaica devolve o sentido da vida, consola nos momentos difíceis e conforta nas perdas, ensina a importância do viver, resgata o valor humano, estimula os cuidados com o corpo e o bem viver. O sentimento de renovação da vida restabelece a pessoa com o meio social resgatando a confiança no outro.

A presidente da CDH, Manoela Soares, registra que “a orientação de conduta é um dos fatores fundamentais para a transformação do homem, não somente para que reflita sobre os seus modos e atitudes, mas também em relação aos seus conceitos e valores, que lhe dão suporte para os seus posicionamentos perante a sociedade. Portanto, a orientação de como proceder bem também é, sem dúvida, um dos fatores preponderantes no processo de ressocialização dos apenados”, garante.

Segundo o diretor Pablo Souza: “A Secretaria de Justiça do Estado do Espírito Santo (Sejus) acredita e aposta na ressocialização da pessoa presa, visando que ela retorne para a sociedade com qualidade. Gostaria de agradecer a juíza de Direito, Patricia Faroni, grande apoiadora dos projetos de ressocialização por meio da Vara de Execuções Penais, que ajuda a tornar possíveis esses projetos que visam a ressocialização a serem exequíveis”, explica.

A presidente da CDH, Manoela Soares,  registra, ainda, “que foi uma tarde inesquecível assistir os Reeducandos cantarem e se emocionarem com a cerimônia”.

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