OAB-ES repudia tentativa de uso de notícias falsas para desmoralizar a OAB-RJ
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), Homero Mafra, considerou a propagação de “fake news” - como são popularmente conhecidas as notícias falsas na internet - como uma clara tentativa de desmoralizar a OAB do Rio de Janeiro. A notícia falsa, publicada em um site, diz que "Soldado da Polícia Militar do Exército é afastada após agredir traficante, a pedido da OAB-RJ”.
“Esta onda de boatos vem exatamente daqueles que tentam fazer do desrespeito
aos Direitos Humanos a regra. Quando se propagam notícias mentirosas como esta, a intenção é desacreditar aqueles que querem que o combate à violência se faça dentro dos limites da legalidade. Isto demonstra a prática dos que querem
transformar o Estado de Direito Brasileiro em um Estado policial”, disse Homero Mafra.
O presidente da OAB-ES enfatiza que as “fake news” são criadas para angariar audiência em sites, visando retorno econômico, e para prejudicar terceiros com boatos e distorções de fatos. Artistas e políticos são os principais alvos.
Nota desmente notícia falsa
Na noite desta terça-feira (27), a Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) emitiu nota desmentindo o boato de que a entidade teria pedido o afastamento de um soldado da Polícia do Exército (PE) porque este supostamente agredira um traficante.
A falsa notícia foi compartilhada nas redes sociais a partir de uma montagem feita com a foto de um soldado da PE veiculada originalmente em 2012, e outra de um militar americano, de 2007, além de uma imagem que registra a visita da diretoria da Ordem, em 2015, ao município de Saquarema.
"Lamentando o irresponsável uso da calúnia como prática política, a OAB/RJ reafirma seu compromisso com a verdade e o Estado democrático de Direito", diz a nota.
“Esta onda de boatos vem exatamente daqueles que tentam fazer do desrespeito
aos Direitos Humanos a regra. Quando se propagam notícias mentirosas como esta, a intenção é desacreditar aqueles que querem que o combate à violência se faça dentro dos limites da legalidade. Isto demonstra a prática dos que querem
transformar o Estado de Direito Brasileiro em um Estado policial”, disse Homero Mafra.
O presidente da OAB-ES enfatiza que as “fake news” são criadas para angariar audiência em sites, visando retorno econômico, e para prejudicar terceiros com boatos e distorções de fatos. Artistas e políticos são os principais alvos.
Nota desmente notícia falsa
Na noite desta terça-feira (27), a Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) emitiu nota desmentindo o boato de que a entidade teria pedido o afastamento de um soldado da Polícia do Exército (PE) porque este supostamente agredira um traficante.
A falsa notícia foi compartilhada nas redes sociais a partir de uma montagem feita com a foto de um soldado da PE veiculada originalmente em 2012, e outra de um militar americano, de 2007, além de uma imagem que registra a visita da diretoria da Ordem, em 2015, ao município de Saquarema.
"Lamentando o irresponsável uso da calúnia como prática política, a OAB/RJ reafirma seu compromisso com a verdade e o Estado democrático de Direito", diz a nota.

