OAB-ES pede expulsão de militares que mataram advogado em SC
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES) - repudia com veemência a conduta dos cinco policiais militares que assassinaram, de forma brutal, virulenta e covarde, o advogado Roberto Luís Caldart, em pleno exercício profissional, no Município de Palhoças (SC), cumprindo as garantias constitucionais previstas no art. 5º da Carta Magna.
A OAB-ES se solidariza com os familiares do colega assassinado e defende a expulsão desses militares assassinos dos quadros da Polícia Militar, bem como a punição com todo o rigor da lei.
A Ordem lamenta profundamente a morte do advogado catarinense Roberto Caldart, assassinado quando atendia um cliente em uma reintegração de posse nessa terça-feira (24), no município de Palhoça, na Grande Florianópolis. A Seccional capixaba manifesta mais uma vez sua solidariedade aos familiares e amigos do advogado neste momento de profunda dor.
A OAB-ES se solidariza com os familiares do colega assassinado e defende a expulsão desses militares assassinos dos quadros da Polícia Militar, bem como a punição com todo o rigor da lei.
A Ordem lamenta profundamente a morte do advogado catarinense Roberto Caldart, assassinado quando atendia um cliente em uma reintegração de posse nessa terça-feira (24), no município de Palhoça, na Grande Florianópolis. A Seccional capixaba manifesta mais uma vez sua solidariedade aos familiares e amigos do advogado neste momento de profunda dor.
É inaceitável que atos de violência continuem a ocorrer desta maneira pelo país. A OAB-ES, assim como o Conselho Federal e as Seccionais, reitera que o crime deve ser apurado com total rigor e celeridade e que seja aplicada a devida punição aos envolvidos.
O presidente nacional, Cláudio Lamachia, afirmou que “é preciso mostrar que esse tipo de situação é inaceitável. O advogado é fundamental para a democracia e, portanto este crime se revela um atentado ao próprio sistema da justiça."

