OAB-ES participa de audiência pública que discute políticas para pessoas com transtorno do espectro autista
A presidente da Comissão Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), Maristela Lugon Arantes, participa nesta terça-feira (3) de uma audiência pública que vai discutir políticas públicas para pessoas com transtorno de espectro autista. A audiência acontece às 19h, na Câmara de Vila Velha, na Prainha, e vai contar com a participação do Grupo de Pais e Amigos de Autistas do município.
A audiência acontece para lembrar o Dia de Conscientização sobre o Autismo (2 de abril). Como ressalta Maristela Lugon Arantes, o autismo é uma condição que dificulta a convivência social. Devido à hipersensibilidade desenvolvida por quem tem o transtorno, o contato físico, os ambientes com muita gente ou as salas de aula ou ambientes de trabalho cheios ou barulhentos, podem causar irritabilidade nas crianças ou pessoas com austismo.
"Isso pode dificultar a comunicação, ou impedir que o autista fique nesses ambientes. É muito importante trabalhar a conscientização porque culturalmente nós somos treinados a não aceitar pessoas com deficiência nos ambientes, e por vezes as pessoas com autismo podem se comportar de modo diferente das outras pessoas, se isolando ou mesmo se balançando e fazendo movimentos repetitivos", diz, observando que esse comportamento é próprio do autismo, mas não atrapalha ou interfere na vida dos outros ao redor.
"É mesmo uma questão de nós aprendermos a lidar com as diferenças. Quando conscientizamos a população sobre a necessidade de ter respeito às diferenças, principalmente as ocasionadas pelo autismo, que são mais comportamentais, auxiliamos na inclusão dessas pessoas", salienta, alertando que pessoas com autismo têm os mesmos direitos das demais pessoas a frequentar escolas, serem incluídos nos ambientes sociais e inseridos no mercado de trabalho e na comunidade.
A audiência acontece para lembrar o Dia de Conscientização sobre o Autismo (2 de abril). Como ressalta Maristela Lugon Arantes, o autismo é uma condição que dificulta a convivência social. Devido à hipersensibilidade desenvolvida por quem tem o transtorno, o contato físico, os ambientes com muita gente ou as salas de aula ou ambientes de trabalho cheios ou barulhentos, podem causar irritabilidade nas crianças ou pessoas com austismo.
"Isso pode dificultar a comunicação, ou impedir que o autista fique nesses ambientes. É muito importante trabalhar a conscientização porque culturalmente nós somos treinados a não aceitar pessoas com deficiência nos ambientes, e por vezes as pessoas com autismo podem se comportar de modo diferente das outras pessoas, se isolando ou mesmo se balançando e fazendo movimentos repetitivos", diz, observando que esse comportamento é próprio do autismo, mas não atrapalha ou interfere na vida dos outros ao redor.
"É mesmo uma questão de nós aprendermos a lidar com as diferenças. Quando conscientizamos a população sobre a necessidade de ter respeito às diferenças, principalmente as ocasionadas pelo autismo, que são mais comportamentais, auxiliamos na inclusão dessas pessoas", salienta, alertando que pessoas com autismo têm os mesmos direitos das demais pessoas a frequentar escolas, serem incluídos nos ambientes sociais e inseridos no mercado de trabalho e na comunidade.

