OAB-ES convoca advocacia a participar de pesquisa do CJF para avanço dos sistemas de processo eletrônico. Prazo termina hoje
Advogados e advogadas estão convocados a participar de uma pesquisa realizada pela Corregedoria-Geral da Justiça Federal para avaliar os sistemas judiciais eletrônicos da Justiça Federal.
Até esta sexta-feira (15), é possível responder ao questionário, verbalizar suas críticas e sugerir mudanças a sistemas como o PJe e E-proc. Para acessar o formulário, clique aqui.
A pesquisa de grande abrangência, realizada desde o dia 21 de maio, é dirigida, além de advogados, a magistrados, servidores do Judiciário, integrantes do MP e pessoas que figuram como partes ou interessados em ações judiciais.
Quem participar poderá responder a questionamentos sobre as estratégias de implantação dos sistemas, suas funcionalidades e usabilidade, além de sugerir melhorias. Com base nos resultados, a Justiça Federal promete desenvolver ações no PJe para aperfeiçoar os sistemas e incrementar os serviços oferecidos, bem como adequar as estratégias de informatização do processo judicial.
O questionário inclui perguntas sobre os mecanismos de segurança, benefícios na utilização dos sistemas digitais e facilidades na realização de atos processuais. As Seções Judiciárias de todos os estados e do DF participaram do estudo.
A presidente da Comisssão de Tecnologia e Informação da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), Dyna Hoffmann Assi Guerra, conclamou a advocacia a participar: "Se a advocacia não participa, perde a oportunidade de engrossar a voz, gerar número estatístico, para que o sistema melhore. Tem que participar, mostrar o que não é satisfatório, para que seja gerado o número que vai ratificar o nosso pleito", salientou.
O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, também destacou a necessidade da advocacia participar do levantamento: “São notórios os percalços enfrentados pela advocacia ao lidar com diversos sistemas de processo eletrônico. Creio que esta pesquisa é uma oportunidade importante para transformar as críticas recorrentes em algo mais palpável na construção de ferramentas que de fato atendam aos profissionais nos mais diferentes rincões do país. Se há um certo consenso de que a situação precisa mudar, eis aqui um início”, disse Claudio Lamachia.
Até esta sexta-feira (15), é possível responder ao questionário, verbalizar suas críticas e sugerir mudanças a sistemas como o PJe e E-proc. Para acessar o formulário, clique aqui.
A pesquisa de grande abrangência, realizada desde o dia 21 de maio, é dirigida, além de advogados, a magistrados, servidores do Judiciário, integrantes do MP e pessoas que figuram como partes ou interessados em ações judiciais.
Quem participar poderá responder a questionamentos sobre as estratégias de implantação dos sistemas, suas funcionalidades e usabilidade, além de sugerir melhorias. Com base nos resultados, a Justiça Federal promete desenvolver ações no PJe para aperfeiçoar os sistemas e incrementar os serviços oferecidos, bem como adequar as estratégias de informatização do processo judicial.
O questionário inclui perguntas sobre os mecanismos de segurança, benefícios na utilização dos sistemas digitais e facilidades na realização de atos processuais. As Seções Judiciárias de todos os estados e do DF participaram do estudo.
A presidente da Comisssão de Tecnologia e Informação da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), Dyna Hoffmann Assi Guerra, conclamou a advocacia a participar: "Se a advocacia não participa, perde a oportunidade de engrossar a voz, gerar número estatístico, para que o sistema melhore. Tem que participar, mostrar o que não é satisfatório, para que seja gerado o número que vai ratificar o nosso pleito", salientou.
O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, também destacou a necessidade da advocacia participar do levantamento: “São notórios os percalços enfrentados pela advocacia ao lidar com diversos sistemas de processo eletrônico. Creio que esta pesquisa é uma oportunidade importante para transformar as críticas recorrentes em algo mais palpável na construção de ferramentas que de fato atendam aos profissionais nos mais diferentes rincões do país. Se há um certo consenso de que a situação precisa mudar, eis aqui um início”, disse Claudio Lamachia.

