DE NOVO O SILÊNCIO



Diante do silêncio da presidência do Tribunal de Justiça do Estado, em relação à solicitação da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), para que fossem suspensos os prazos do dia 03 de novembro até quando perdurar a greve dos servidores do Poder Judiciário, o presidente da Seccional, Homero Junger Mafra, declarou que “é lamentável que a presidência do Tribunal não perceba os problemas que a greve vem trazendo para o jurisdicionado e que se quer responda aos pedidos da Ordem, ainda que seja para indeferi-los.”

“Nós estamos chegando ao fim do ano e o estado de greve persiste. O Tribunal de Justiça do Estado não dá as resposta que os jurisdicionados esperam, aliás, não dá resposta nenhuma. No dia 25 de novembro, a Ordem requereu ao presidente do TJES que o pleno editasse resolução, normatizando o que correria no período de greve e o que seria objeto de atendimento." 



"No dia 26 de novembro, a Ordem pediu que fossem suspensos os prazos, tendo em vista que há uma brutal inconstância no atendimento. Uma vara atende outra não, os humores definem o que deve ou não ser atendido e qual advogado deve ou não receber atendimento, no entanto, de novo o Tribunal se manteve inerte”, afirmou Homero Mafra.

O presidente da Ordem salientou: “É preciso então, que essa situação seja levada ao conhecimento da advocacia e da sociedade capixaba. A Ordem faz sua parte, e encontra na presidência do Tribunal um silêncio que não cabe neste momento. Que os requerimentos da Ordem fossem indeferidos, mas que fossem examinados é o mínimo que se espera.”

Veja a íntegra do Ofício N° 276/2015

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