Corregedoria do TJ-ES determina apuração no caso do advogado impedido de trabalhar
Incansável na defesa das prerrogativas dos advogados capixabas, a Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES) teve mais uma atuação importante nesta quinta-feira (01) junto à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-ES).
Em 21/02, o advogado Cristian Ricardo Ferreira Júnior, que é uma pessoa com deficiência, foi impedido de trabalhar devido à falta de acessibilidade no prédio do Fórum de Vitória.
Na data de hoje, por meio do presidente da OAB-ES, Homero Mafra, uma representação à Corregedoria do TJ/ES cobra a apuração do ocorrido.
Em audiência com o corregedor geral de Justiça, Samuel Meira Brasil Júnior, a OAB/ES esteve representada pela vice-presidente Simone Silveira, acompanhada da presidente da Comissão Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Maristela Lugon, e do próprio advogado Cristian, acompanhado de sua colega de trabalho, Stefanny Resende, que foi testemunha dos fatos, relatando o ocorrido.
O advogado aproveitou o momento para relatar que se sentiu constrangido com a nota publicada pela AMAGES e por “não poder cumprir com suas responsabilidades como advogado”, sendo acusado de desídia pelo cliente que questionou a contratação. Para Cristian é importante que tudo isto resulte em acessibilidade na Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas (VEPEMA), e que a Corregedoria apure a conduta “ da servidora e do magistrado” com imparcialidade e brevidade.
Acessibilidade
Pela OAB/ES, a solicitação é de providências para garantia de acessibilidade, além de solução quanto ao desrespeito às prerrogativas legais e quanto à violência não só contra a atividade profissional do advogado, como também contra os interesses do próprio cliente, que confia no advogado uma relação profissional personalíssima, no caso já constituída há anos.
Afirmou a vice presidente que “a sociedade espera e confia em uma resposta, para a advocacia e para a sociedade". Lembrou ainda que o desembargador corregedor teve um exercício atuante na advocacia, sendo pessoa sensível a tais situações.
Ao tomar conhecimento dos fatos, Samuel Meira recebeu o procedimento para apurações das denúncias apresentadas no âmbito da Corregedoria. “Eu vou apurar, de forma imparcial e isenta”, disse, e adiantou que a questão da acessibilidade é atualmente um dos temas preocupantes para o Tribunal. Por fim, elogiou o advogado pela superação das dificuldades que "o tornam mais forte", dizendo “já ser ele um vencedor na vida e na profissão”.
Em 21/02, o advogado Cristian Ricardo Ferreira Júnior, que é uma pessoa com deficiência, foi impedido de trabalhar devido à falta de acessibilidade no prédio do Fórum de Vitória.
Na data de hoje, por meio do presidente da OAB-ES, Homero Mafra, uma representação à Corregedoria do TJ/ES cobra a apuração do ocorrido.
Em audiência com o corregedor geral de Justiça, Samuel Meira Brasil Júnior, a OAB/ES esteve representada pela vice-presidente Simone Silveira, acompanhada da presidente da Comissão Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Maristela Lugon, e do próprio advogado Cristian, acompanhado de sua colega de trabalho, Stefanny Resende, que foi testemunha dos fatos, relatando o ocorrido.
O advogado aproveitou o momento para relatar que se sentiu constrangido com a nota publicada pela AMAGES e por “não poder cumprir com suas responsabilidades como advogado”, sendo acusado de desídia pelo cliente que questionou a contratação. Para Cristian é importante que tudo isto resulte em acessibilidade na Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas (VEPEMA), e que a Corregedoria apure a conduta “ da servidora e do magistrado” com imparcialidade e brevidade.
Acessibilidade
Pela OAB/ES, a solicitação é de providências para garantia de acessibilidade, além de solução quanto ao desrespeito às prerrogativas legais e quanto à violência não só contra a atividade profissional do advogado, como também contra os interesses do próprio cliente, que confia no advogado uma relação profissional personalíssima, no caso já constituída há anos.
Afirmou a vice presidente que “a sociedade espera e confia em uma resposta, para a advocacia e para a sociedade". Lembrou ainda que o desembargador corregedor teve um exercício atuante na advocacia, sendo pessoa sensível a tais situações.
Ao tomar conhecimento dos fatos, Samuel Meira recebeu o procedimento para apurações das denúncias apresentadas no âmbito da Corregedoria. “Eu vou apurar, de forma imparcial e isenta”, disse, e adiantou que a questão da acessibilidade é atualmente um dos temas preocupantes para o Tribunal. Por fim, elogiou o advogado pela superação das dificuldades que "o tornam mais forte", dizendo “já ser ele um vencedor na vida e na profissão”.

