Comissão da Mulher Advogada da Ordem acompanhará Juizado Itinerante até a próxima sexta (13)

A Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES) vai continuar acompanhando o Juizado Itinerante da Lei Maria da Penha até a próxima sexta-feira (13), fazendo atendimentos a mulheres vítimas de violência. O ônibus do Juizado passará por Cariacica, Serra e Vila Velha.
A iniciativa faz parte da Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa. A campanha que acontece em todo Brasil foi idealizada pela Ministra Carmen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF) e vai mobilizar os 27 Tribunais do País com o objetivo de promover a paz nos lares brasileiros por meio de ações concretas de combate à violência contra a mulher.

Neste domingo (08), a Comissão da OAB-ES esteve presente na Praça dos Namorados, em Vitória, durante a ação que marcou o lançamento da Campanha. Na Praça, além do atendimento às vítimas de violência as advogadas distribuíram folhetos com informações sobre o Disque 180 e dados estatísticos sobre casos de violência contra mulheres.
Para a vice-presidente da Ordem, Flávia Brandão, a Seccional e as advogados não poderiam ter outra postura a não ser apoiar e se envolver na Semana da Justiça pela Paz. “Lamentavelmente, o Espírito Santo ainda é o estado com o maior índice de violência contra a mulher do país, segundo divulgado no último Mapa da Violência. A Ordem, sempre presente nas lutas em defesa dos direitos humanos e em defesa da igualdade, estará representada, por nós, mulheres advogados, nesta ação”, afirmou.
No final do ano passado, militantes da luta em defesa da implementação de políticas públicas para as mulheres em diversas áreas entregaram ao Governo do Estado o Plano Estadual de Políticas para as Mulheres.
O plano foi elaborado com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (Cedimes) e da Secretaria de Estado de Ação Social. A Seccional esteve representada pela advogada Carla Pedreira. “Neste documento, temos centralizado o que realmente a população feminina quer, para que seja empregado pelos órgãos governamentais como também pela sociedade civil”, afirmou Carla Pedreira.
