Apagando “realmente” seus arquivos



Mantemos muitas informações confidenciais em nossos computadores,: senhas de banco, números de contas correntes, além de projetos e outros documentos importantes. Todos estão armazenadas em arquivos espalhados pelo disco rígido.

Muitos usuários imaginam que o fato de remover o arquivo do disco já é suficiente para impedir que outras pessoas tenham acesso a estas informações. Infelizmente não.

Quando você solicita ao Windows que apague seu arquivo, este é, na verdade, movido para uma pasta chamada “Lixeira” (“Recycle Bin”) onde uma cópia é mantida por algum tempo. Caso você se arrependa, a cópia do arquivo excluído pode ser “ressuscitada”. A possibilidade de recuperação é muito interessante mas causa uma falha na segurança, já que arquivos apagados corretamente podem ser recuperados indevidamente. Bastaria entrar na pasta “Lixeira” e também apagar o arquivo de lá, certo?. Oopss... não tão rápido. 

Na exclusão, o que o Windows faz é retirar o nome do arquivo do diretório e liberar as áreas ocupadas no disco. As informações contidas nos arquivos ainda continuam no disco, ou seja, o Windows não limpa o espaço ocupado pelo arquivo. Ele faz isto para economizar tempo. Imagine só se, para apagar um arquivo muito grande, ele precisasse sobrescrever todas as informações com zeros! 

Similar ao citado anteriormente, os utilitários de formatação de disco também não apagam as informações gravadas. Limitam-se apenas a limpar o nome dos arquivos dos diretórios. Isso permite, com o uso de ferramentas adequadas, recuperar os arquivos, mesmo após a formatação de um disco.

 Para apagar definitivamente seus arquivos existem alguns utilitários que gravam informações aleatórias sobre as áreas anteriormente ocupadas pelo arquivo. Como exemplo temos o Eraser (http://www.heidi.ie/eraser/download.php) um utilitário gratuito muito utilizado.

 Agora você já pode ter certeza de que apagou realmente um arquivo.

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